7 curiosidades sobre a Libertadores

Via DiBico

Libertadores da América de 2013 voltou a ser disputada ontem na partida entre Olímpia e Santa Fé. Hoje, o Atlético enfrenta o Newells Old Boys.

Por causa disso, trouxemos um post divulgado pela Super Interessante com 7 curiosidades do principal torneio do continente.

1 – Maiores Campeões

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Ser campeão da Libertadores não é fácil. Nas mais de 50 edições do torneio iniciado em 1960, 23 times conseguiram subir ao lugar mais alto do pódio. E, mostrando habilidade, alguns times já apareceram por lá mais de uma vez. É o caso do Independiente da Argentina. Honrando o apelido de “Diablo Rojo”, o time de Avellaneda já conquistou o título 7 vezes, seguido de perto pelo também argentino Boca Juniors (com 6 títulos) e o uruguaio Peñarol (5 títulos).

Os argentinos também lideram o ranking de títulos por país, tendo levantado a taça 22 vezes. O Brasil ocupa a segunda posição, com 16 títulos. O Uruguai, com 8 títulos, fecha o pódio dos maiores vencedores de La Copa.

2 – Mais finais

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Enquanto o argentino Independiente lidera o número de títulos, Boca Juniors e Peñarol dominam outro ranking: o de mais finais disputadas. Os dois times já chegaram 10 vezes à última fase do torneio, mas nem sempre saíram campeões. O Boca Juniors já foi vice quatro vezes, enquanto o time de Montevidéu, clube com mais participações na competição (já disputou a Libertadores 40 vezes), possui cinco vice-campeonatos, sendo o time que mais vezes ficou em segundo lugar na competição.

3 – Gol mais rápido

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Quem olhou para o lado perdeu. Félix Suárez precisou de apenas 6 segundos para balançar as redes do adversário e marcar o gol mais rápido da Copa Libertadores até hoje. O atacante marcou o tento inicial na vitória por 3×0 do peruano Alianza Lima contra o Independiente Santa Fé, da Colômbia, na competição de 1976.

4 – Maior artilheiro

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Em uma competição em que reinam argentinos, brasileiros e uruguaios, quem mandou mais bola na rede foi, na verdade, um equatoriano. Alberto Spencer é dono da impressionante marca de 54 gols marcados na competição, com 48 gols feitos com a camisa Peñarol e outros 6 pelo Barcelona de Guayaquil.

Os outros 2 maiores artilheiros na história da Libertadores são uruguaios e também marcaram a maioria dos seus gols jogando pelo Peñarol. Fernando Moreno anotou 37 gols (todos pelo time de Montevidéu) e Pedro Rocha balançou as redes 36 vezes (25 pelo Peñarol, 10 pelo São Paulo e 1 pelo Palmeiras). Com 29 gols (sendo 8 pelo Vasco, 15 pelo Corinthians, 1 pelo Grêmio e 5 pelo São Paulo), Luizão lidera o ranking dos brasileiros na Libertadores. Palhinha, com 25 gols (20 pelo Cruzeiro, 3 pelo Corinthians e 2 pelo Atlético Mineiro), é o segundo brasileiro na lista.

Já em uma única competição, quem lidera é Daniel Onega, ídolo do River Plate e artilheiro da competição de 1966 com 17 gols. Os 15 gols marcados jogando pelo Corinthians, em 2000, colocam Luizão como o segundo maior artilheiro de uma só competição.

5 – Campeões dos campeões

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Mesmo eliminado nos pênaltis pelo Newell’s, Carlos Bianchi continua imbatível no número de títulos da Libertadores. O lendário treinador argentino já levou suas equipes ao primeiro lugar do pódio quatro vezes: em 1994, comandando o Vélez Sarsfield; e em 2000, 2001 e 2003, comandando o Boca Juniors.

Já o jogador com mais títulos é o também argentino Francisco Sá. O zagueiro, conhecido como Pancho Sá, já foi campeão da Libertadores impressionantes 6 vezes – 4 delas pelo Independiente de Avellaneda, e outras 2 pelo Boca Juniors.

6 – Maior goleada

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Olha o Peñarol de novo: o recordista de recordes é também dono da maior goleada da competição. E a vítima do massacre foi um venezuelano: no dia 15 de março de 1970, o time uruguaio venceu a partida contra o Valencia por um elástico placar de 11×2.

Também em 1970, o time argentino River Plate fincou uma vitória de 9×0 sobre o boliviano Universitário. O feito divide a segunda posição com – adivinhem – o Peñarol, que também goleou por 9×0 outro boliviano, o The Strongest, no ano seguinte.

7 – Mais vezes apitando uma final

Quem mais vezes assumiu a responsabilidade de apitar a partida decisiva da Libertadores foi o árbitro peruano Edson Pérez. Entre 1960 e 2012, ele foi responsável pelo último apito que definiu o campeão quatro vezes: na disputa entre o (mais uma vez campeão) Independiente e a Unión Española (Chile), em 1975; entre Boca Juniors e Deportivo Cáli em 1978, no bicampeonato dos argentinos; na final de 1980, na vitória do Nacional do Uruguai em cima do Internacional de Porto Alegre; e em 1983, na vitória do Grêmio contra o Peñarol.

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