Jogadores aposentados que ainda deixam saudade

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Zinedine Zidane

Poucos jogadores na história tiveram um estilo de jogo tão bonito quanto Zidane. Escolhido melhor do mundo por três oportunidades (1998, 2000 e 2003), o meia francês encantava pela classe e técnica em campo. Até hoje, em jogos festivos, arranca suspiros da torcida. O craque brilhou em Bordeaux, Juventus e Real Madrid. Pela Vecchia Signora, ganhou um Calcio e um Mundial Interclubes. No Real Madrid, foi contratado como até então o jogador mais caro do mundo e alcançou seu auge. Ganhou um título nacional, mais um Mundial Interclubes e uma Liga dos Campeões da Europa, com direito a golaço na final contrao Bayer Leverkusen. Atuou ao lado de craques como Figo, Ronaldo, Roberto Carlos, Beckham e outros, nos famosos Galáticos. Pela França, foi líder da geração mais vitoriosa da história do país, vencendo uma Copa do Mundo em 1998 e uma Eurocopa  em 2000. Zidane ainda disputou com a camisa da França outras duas Euros, em 1996 e 2000, e duas Copas do Mundo, em 2002 e 2006.

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Romário

“O rei da grande área”. Essa frase define muito bem o Baixinho. Sem dúvida um dos maiores jogadores da história do futebol. Jogou em clubes como Vasco, Flamengo, Fluminense, Barcelona, PSV e Valencia, e ostenta a marca de mais de 1000 gols marcados, além do prêmio de melhor do mundo em 1994 depois de um Copa do Mundo simplesmente primorosa. Romário incorporova toda aquele espírito do típico jogador brasileiro. Boleiro, não gostava de treinar, adorava uma farra e levantava a torcida com sua habilidade e genialidade em campo. O Baixinho brilhou muito no Vasco, onde ganhou seu único título brasileiro, e no Barcelona, onde ganhou um Campeonato Espanhol e fez grande parceria com o búlgaro Stoichkov. Na Seleção Brasileira, Romário ganhou duas Copas América, uma Copa das Confederações, uma prata olímpica em 1988 e a Copa do mundo de 1994 que fez grande dupla de ataque com Bebeto.

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Bebeto

Bebeto era um atacante de extrema técnica, que apesar de jogar no ataque, tinha habilidade de uma meia. Dava passes, lançamentos e batia na bola como um verdadeiro camisa 10. Jogou em diversos clubes durante a carreira e conseguiu ser ídolo dos grandes rivais cariocas Flamengo e Vasco. Na Europa, fez história jogando pelo Deportivo La Coruña, que ficou conhecido na época como “Super Depor”, já que o time era o único que batia de frente com os sempre favoritos Barcelona e Real Madrid. Pela Seleção, teve grandes momentos, como a conquista da Copa América de 89, sendo o principal jogador do time marcando lindos e decisivos gols e viveu seu auge ao lado de Romário durante a conquista da Copa de 1994. Ainda jogou as Copas de 90 e 98 e foi medalha de bronze nas Olimpíadas de 96.

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Roberto Baggio

Baggio certamente foi um dos maiores jogadores da história da Itália. Um atacante de extrema categoria que assim como Bebeto, tinha tanto a categoria de um atacante matador, quanto a de um meia de muita técnica. Era um exímio cobrador de bolas paradas. Foi ídolo em diversos clubes, inclusive o trio de ferro italiano Milan, Inter e Juventus, esta a qual teve seu auge e foi aclamado como melhor jogador do mundo em 1993. Defendeu também as cores da Fiorentina, Bologna e do Brescia, clube pelo qual finalizou sua brilhante carreira e teve seu número aposentado, tamanha a adoração da torcida por ele. No Brasil, ficou marcado pelo pênalti perdido na final da Copa de 94, um dos poucos que perdeu durante toda sua carreira. Jogou as Copas de 90, 94 e 98 pela Itália.

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Gabriel Batistuta

Provavelmente o melhor centroavante da história do futebol argentino. Batigol era um matador de extrema eficiência e colocava terror nos adversários. Mais uma cria das categorias de base do Boca Juniors, Batistuta na infância não tinha o futebol como meta de vida, praticava muitos outros esportes, mas o “chamado” acabou o levando ao esporte mais praticado do mundo. Foi rei no futebol italiano, onde defendeu por muitas temporadas a Fiorentina, onde fez grande dupla ao lado do português Rui Costa. Mas foi na Roma, onde já chegou veterano, que conquistou seu único scudetto ao formar dupla de ataque com o então jovem Francesco Totti. Ainda jogou pela Inter de Milão antes de se aposentar. Pela seleção argentina disputou as Copas de 94, 98 e 2002. E fez parte do elenco do último título de sua seleção, a Copa América de 1993.

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Paolo Maldini

Maldini vestiu apenas uma camisa durante toda sua carreira, a do Milan, assim como seu pai, Cesare. Disputou mais de 900 jogos com a camisa do clube e é tido como um dos principais ídolos da história da equipe. Começou sua carreira como lateral-esquerdo e soube ao longo de sua trajetória, se moldar ao futebol e aumentar sua longevidade nos gramados. Perto dos 30 anos, passou a ser zagueiro, e assim como era na lateral, também foi um dos melhores do mundo jogando no miolo de zaga. Conquistou diversos títulos com a camisa do Milan, sete scudettos, cinco Champions League, um Mundial Interclubes e diversos outros títulos e conquistas pessoais. Teve sua camisa de número 3 aposentada pelo clube, que só poderá ser usada novamente quando seu filho jogar profissionalmente. Além disso, disputou 4 copas do mundo (86, 90, 94 e 98) e 3 Eurocopas com a camisa da Itália.

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Pavel Nedved

Nedved começou sua carreira no modesto Dukla Praga, onde ficou apenas uma temporada até se transferir pro maior clube da República Tcheca, o Sparta Praga, onde foi campeão de quase todos os torneios que disputou. Em 96, disputou a Eurocopa com sua seleção, a República Tcheca, que só parou na fortíssima seleção alemã na final, comandada por Klinsmann e Bierhoff. Mas Nedved se destacou muito na competição e foi contratado pela Lazio, onde o craque fez história conquistando 4 títulos. 2 copas da Itália, 1 scudetto e e a já extinta Recopa Europeia (atual Liga Europa) fazendo o gol do título. Daí, em 2001, foi para a Juventus, onde alcançou seu auge como jogador. Chegou pra substituir o gênio Zidane. Não decepcionou e foi além do que o francês fez pelo clube de Turim. 2 scudettos, 1 série B e duas supercopas da Itália. Foi agraciado com a Bola de Ouro na temporada 2002/03. Dono de um chute potente, grande visão de jogo e um fôlego ímpar, esse craque ainda disputou uma Copa do Mundo em 2006 por seu país.

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Fabio Cannavaro

Cannavaro é o único zagueiro a vencer o prêmio de melhor jogador do mundo na história, em 2006, já aos 32 anos. Era um zagueiro de baixa estatura (1,76 m), mas com uma grande impulsão, extrema técnica e veloz. Raramente perdia uma dividida e costumava pegar diversos atacantes na corrida. Com o passar dos anos, conforme sua velocidade diminuía, compensou com grande senso de posicionamento e foi aí que seu futebol se consolidou e ele se tornou o melhor zagueiro do mundo. Defendeu Napoli, Parma, Inter de Milão e Juventus. Foi ídolo em todos e ainda defendeu as cores do Real Madrid após a conquista da Copa de 2006 pela seleção italiana, da qual era capitão. Disputou 4 Copas do Mundo (98, 2002, 2006 e 2010).

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Ronaldo Fenômeno

Pra quem se lembra, foi provavalmente um dos jogadores que mais precisou se superar pra continuar jogando futebol. Surgiu no Cruzeiro, franzino e artilheiro em 93, conhecido como Ronaldinho. De lá ganhou o mundo e foi parar no PSV da Holanda, onde foi artilheiro e principal jogador do time, tudo antes de completar 20 anos. Chegou ao Barcelona por 20 milhões de dólares e explodiu. Golaços e lances incríveis lhe deu o título de melhor jogador do mundo. Rápido, forte e com uma habilidade única, Ronaldo fazia um golaço atrás de outro e já era o principal jogador da seleção brasileira. Ronaldo durou apenas uma temporada e meia no Barcelona, onde conquistou uma La Liga, uma Recopa Europeia e a Copa do Rei. De surpresa, anunciou-se que a Inter de Milão pagou a multa recisória de 32 milhões de dólares e contratou o jogador. Na equipe italiana, apesar de não ser campeão, fez diversos gols e foi novamente eleito melhor do mundo. Na temporada 97/98 conquistou a Copa da Uefa com os nerazurri, foi vice-campeão italiano e vice-artilheiro do Calcio com 25 gols. Na Copa de 98, era o principal jogador do Brasil que foi vice-campeão após um caso de convulsão do jogador horas antes da grande final contra a França, caso muito lembrado até hoje. Em 99 começaram uma série de graves lesões que o atacante teve na carreira, que o impossibilitaram de jogar muitas partidas de sua equipe. Um lance fatídico, logo no primeiro lance após sua volta de uma lesão que o afastara por 6 meses, no seu primeiro pique, estourou novamente o joelho operado. Se recuperou novamente apenas às vésperas da Copa de 2002. Contrariando todas as expectativas e bancado pelo técnico da seleção brasileira, Felipão, Ronaldo foi um dos principais nomes da equipe ao lado de Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho e foi campeão do mundo, sendo artilheiro da Copa com 8 gols. Ao fim do ano, novamente foi eleito melhor jogador do mundo. Após a Copa foi contratado pelo Real Madrid, onde fez parte dos Galáticos, ao lado de Roberto Carlos, Figo, Zidane, Beckham e Raúl. Em 2007, se transferiu para o Milan, onde em 2008 novamente fraturou o joelho e acabou não tendo seu vínculo com o clube renovado. Em 2009, acertou sua transferência pro Corinthians, onde ganhou um título paulista e uma Copa do Brasil e acabou encerrando sua gloriosa carreira em 2010, aos 33 anos e sendo um dos melhores jogadores de todos os tempos. Ronaldo esteve presente em 4 Copas do Mundo (94, 98, 2002 e 2006).

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Luís Figo

Forma ao lado de Eusébio e Cristiano Ronaldo, a santíssima trindade do futebol português de todos os tempos. Dono de uma categoria invejável, ótima visão de jogo, grande qualidade no passe, belos dribles e boa precisão na finalização, o astro já brilhava no futebol juvenil, onde ganhou quase todos os títulos de base possível pela seleção portuguesa. No Sporting Lisboa, despontou demonstrando um lindo futebol, que chamou atenção de Juventus e Parma, e fez o jogador acertar com os dois clubes, tal ato, o acabou proibido de jogar no futebol italiano por alguns anos. O Barcelona se aproveitou disso e contratou o jogador, que ganhou 2 La Liga e uma Copa do Rei, além de ser eleito melhor jogador do mundo em 2001. Causou polêmica ao se transferir para o arqui-rival Real Madrid numa das maiores transferências da época. Pela equipe madrilenha, Figo ganhou de tudo, 2 La Liga, 1 Champions League e 1 Mundial Interclubes, usando a camisa 10 do time merengue. Ao fim dos “Galáticos” de Madrid, Figo se transferiu para a Inter de Milão e mesmo longe do seu auge, conquistou 4 scudettos e 1 Copa da Itália. Pela seleção portuguesa, participou das Copas de 2002 e 2006, das Euros de 96, 2000 e 2004, tendo essa como grande frustração da carreira, ao perder a final em casa para a Grécia.

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