Romarinho – o primeiro corintiano alfabetizado

Caiu na Área #30 – A ânsia destrutiva do torcedor

Por Cronista Esportivo

Mais do que torcer, o torcedor sente. E ao sentir, muitas vezes a paixão cega qualquer torcida positiva. Mais do que vibrar, muitas vezes queremos que nossos jogadores sejam deuses quando são apenas humanos. E há quem não controle esse sentimento.

Pedimos garra, seriedade, corrida… Tratamos garotos que jogam futebol como se fossem nossos filhos travessos que precisam de puxões de orelha diários. Pedimos humildade, nenhum sorriso… Características que são o avesso do drible e do craque. Exigimos que revelações não apenas joguem bola, mas defendam nossas bandeiras morais ou até mesmo religiosas. Transformamos o futebol em um duelo de ideologias.

Não aceitamos mais que errem. E quando erram, exigimos que peçam desculpas de joelhos, que chorem e, se possível sangrem para expiar seus pecados. Seus ou nossos?

Buscamos messias em homens que deveriam apenas jogar bola. Passou do tempo de cada torcedor enxergar o futebol como uma diversão e não como uma disputa de metáforas de nossas inseguranças.

Queremos ver gol, drible e jogadas. Parem de transformar o futebol em uma guerra santa.

Menino não SUPORTA ouvir gol de time rival

Lembra do menino que não suporta ser chamado de são paulino (VEJA AQUI)? Ele voltou. Agora ele odeia ouvir gol de time rival. Veja só:

Lógica do torcedor brasileiro durante as olimpíadas

E isso vale para todos os outros esportes…

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