Coluna do Fluminense #3 – W. Nem volta a jogar bem e o Flu Nem esperou pra vender

Por Antônio Frauches 

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Boníssima noite, meus queridos tricoleitores e tricoleitoras!

Esta manhã, logo após merecidas horas de sono, segui a minha rotina: pego o pão, passo manteiga, tomo uma xícara de café e abro o jornal. Aí, quando encaro o caderno de esportes, me vêm em letras garrafais e bombásticas: “WELLINGTON NEM DEIXA O FLUMINENSE EM DIREÇÃO Á UCRÂNIA”. Eu fiquei chocado. Chocado porque eu não esperava aquilo. Logo o Nem. A cria tricolor, o filho do vento, o The Flash Tupiniquim, a Ferrari Humana. Logo ele.

O pior, acho eu, é que ele até avisou uma semana antes. Ele disse claramente que queria vestir a camisa do Real Madrid. Só que, sejamos honestos, com o futebol recente dele, nem o Íbis ia querer o garoto. Mas aí que me caiu a ficha: o Nem já estava com a cabeça na Europa há muito tempo. O rapaz já sabia há meses que o negócio dele não era ficar fazendo gol de pênalti no Criciúma ou entrar pra apanhar em Fla-Flu. O Nem quer dinheiro, quer correr o mundo (Sim, nos dois sentidos), quer sim causar a expulsão do adversário, mas não do Jorgão do Duque de Caxias e sim do Pietric, do Dínamo!

Mas também me veio outra coisa á minha cabeça (Acho que resultado da cafeína, mas enfim…) : a diretoria também já sabia que não ia segurar o Tricobolt por muito tempo… Quando o Rhayner chegou, eu só pensava em uma coisa: Por quê? Pra que trazer mais um velocista caneludo, se temos um velocista habilidoso? O cara do nome impronunciável (Sério… Rhayner é um nome muito escroto!) me surpreendeu, e ainda serviu pra mostrar que a diretoria não é idiota: pra cada possível saída (Nem, Deco e Carlinhos), um possível substituto (Rhayner, Felipe e Monzón)… É rapaz… A Unimed realmente não é boba!

A notícia, pra ser honesta, me deixou divido… Não posso deixar de esquecer aquelas arrancadas lindas do ano passado, aqueles dribles marotos, a lá Neymar mesmo, que quase sempre causavam um amarelo no adversário e, entre uma firula e outra, os gols feitos. Mas também há de se considerar que o ano atual estava sendo pífio para o Wellington, e que, nesse mundo capitalista, segurar jogador jovem enquanto ele piora é que nem comprar bebida em boate: jogar dinheiro fora. E isso definitivamente não está nos planos da diretoria…

E então, meus queridos leitores e leitoras, muitíssimo obrigado a quem leu e, claro, não se esqueçam de comentar as suas opiniões do assunto, fazer criticas (Construtivas, porque, pelo amor de Deus, ninguém aguenta “q droga”, “vc eh um babaca”, “q lixo”…) e até a próxima!

Saudações tricolores,

Antonio Frauches

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