Os 10 melhores times da década de 80

Via DiBico 

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Dando continuidade à série “melhores da década”, trouxemos agora os esquadrões dos anos 1980, década de ouro para o futebol brasileiro, que teve verdadeiras máquinas e grandes craques e gênios do futebol.

Assim como na década de 1990tivemos mata-mata e emocionantes decisões, confira abaixo os protagonistas:

Flamengo 1980 – 1983

Time: Raul; Leandro, Marinho (Figueiredo), Mozer e Júnior; Andrade, Adílio e Zico; Tita, Nunes e Lico. Técnicos: Cláudio Coutinho (1980-1981) e Paulo César Carpegiani (1981-1983).

Em 1980, a primeira conquista desse super time, o Brasileirão, numa final contra o Atlético Mineiro que é considerada por muitos como a melhor decisão de campeonato brasileiro de todos os tempos.

Na primeira partida deu 1×0 Galo, gol de Reinaldo. Na segunda, Nunes abriu o placar aos 7 minutos, Reinaldo empatou no minuto seguinte e Zico fez 2×1 ainda na primeira etapa, aos 44. No segundo tempo, Reinaldo empata mais uma vez, aos 66. o título rubronegro veio com o gol de Nunes aos 37 da etapa final.

Em 1981, a glória bateria de vez às portas da Gávea. Na Libertadores, após a confusa partida contra o Atlético Mineiro em Goiânia, o Fla avançou de fase e passou por Deportivo Cali e Jorge Wilstermann antes de enfrentar o Cobreloa na final. Foram três partidas, a primeira vencida pelo Fla, no Maracanã, a segunda pelos chilenos em Santiago, e a terceira em campo neutro, em Montevidéu, vencida pelo rubronegro, pelo placar de 2×0.

Antes do Mundial, o Flamengo ainda decidiu o Estadual contra o Botafogo, e aplicou um sonoro 6×0, devolvendo a goleada de 1972. Em Tóquio, atropelo rubronegro, 3×0 ainda no primeiro tempo contra o Liverpool de Dalglish. Fla campeão mundial!

Em 1982 e 193 vieram o bi e tricampeonatos brasileiros, em cima de Grêmio e Santos. Três anos inigualáveis na história do Flamengo.

Atlético Mineiro 1980 – 1983

Time: João Leite; Orlando (Alves / Nelinho), Osmar, Luisinho e Jorge Valença; Geraldo (Chicão / Heleno), Toninho Cerezo e Palhinha; Pedrinho (Renato Queiróz), Reinaldo e Éder. Técnicos: Barbatana (1982), Procópio Cardoso (1978-1981), Carlos Alberto Silva (1981-1982) e Mussula (1983).

Em 1980, o Atlético despontou como o grande favorito ao título nacional, após bela campanha na primeira fase e depois de eliminar o poderoso Inter nas semifinais, o Galo teria pela frente o excelente Flamengo de Zico.

Esse duelo proporcionou a que foi considerada por muitos como melhor final de Brasileiro de todos os tempos. Para os atleticanos, o resultado foi uma pena. Após vitória por 1×0 no Gigante da Pampulha, gol de Reinaldo, o Galo enfrentaria o Fla no Maracanã. E a segunda partida foi marcada pela lambança de José de Assis Aragão, que expulsou erroneamente o craque Reinaldo, que havia marcado duas vezes (o Fla abriu o placar com Nunes aos 7min, Reinaldo empatou aos 8, Zico fez 2×1, e o Rei tornou a empatar aos 66min. Detalhe: Reinaldo que jogou com distensão durante o segundo tempo. Aragão ainda expulsou Chicão e Palhinha.

No ano seguinte, mais lambanças, José Roberto Wright expulsou cinco jogadores do Atlético na partida que definiria o classificado para a segunda fase da Libertadores. O jogo foi encerrado aos 37 minutos do primeiro tempo e o Flamengo foi definido como vencedor.

Em 1982 e 1983 o Atlético manteve a hegemonia no Estado, chegando ao Hexacampeonato. Nestes dois anos o Galo foi mostrar seu futebol em terras europeias, reforçando ainda mais a paixão do velho continente pelo nosso futebol, que encantou o mundo na Copa de 1982. Nessas andanças, o Atlético conquistou o Torneio de Paris, Torneio de Bilbao e o Torneio de Berna.

Grêmio 1981-1983

Time: Mazarópi (Leão); Paulo Roberto, Baidek (Newmar), De León e Casemiro (Paulo César Magalhães); China, Osvaldo (Paulo Isidoro) e Tita (Vilson Taddei / Renato Sá); Renato (Odair), Tarciso e Caio (Baltazar). Técnico: Ênio Andrade (1981-1982) e Valdir Espinoza (1983)

Um time inesquecível na cabeça do torcedor gremista, marcado por conquistas épicas. A primeira delas foi o Brasileiro de 1981 em cima do São Paulo, quando o tricolor gaúcho chegou pela primeira vez a uma decisão nacional. Na primeira partida, no Olímpico, 2×1 de virada com dois côcos de Paulo Isidoro. Na volta, 1×0, tento de Baltazar.

Em 1982, eliminação ainda na primeira fase da Libertadores e finalista do Brasileirão, mas o excelente time do Flamengo adiou o sonho do bicampeonato tricolor.

Em 1983, a glória eterna, a Libertadores da América. Com a eliminação do Flamengo na fase de grupos (à época somente o líder do grupo se classificava), a guerra em La Plata no quadrangular que definia o finalista, e a sensacional decisão conquistada a suor e sangue, diante do temido Peñarol, então campeão da Libertadores e do Mundial. A partida que decidiu o título foi no estádio Olímpico, com mais de 80 mil pessoas e no dia do aniversário de 80 anos do clube, o Grêmio venceu por 2×1 e Hugo De León levantou a taça mais bonita do mundo.

A glória tricolor não para por aí. No final do ano, o Grêmio enfrentaria o Hamburgo no Mundial, jogo que consagrou Renato Portaluppi, o maior ídolo da história do clube. Renato marcou dois golaços que deram o título ao Grêmio, que abriu o marcador aos 38 do primeiro tempo, sofreu o empate aos 41 do segundo, e desempatou aos 3 minutos da prorrogação. Festa tricolor, terceiro clube brasileiro a conquistar o mundo.

Corinthians 1982-1984

Time: Leão (Solito); Alfinete, Mauro, Juninho (Daniel González) e Wladimir; Biro-Biro, Paulinho (Eduardo), Sócrates e Zenon; Ataliba e Casagrande. Técnico: Mário Travaglini.

Um dos movimentos mais bonitos da história do futebol foi protagonizado por esses jogadores, liderados por Doutor Sócrates. Essa foi a Democracia Corinthiana. Em um período de transição da ditadura para a democracia, e após tantos anos de autoritarismo, o futebol, que fora usado para o mal, teria agora essa bela página. Os jogadores e funcionários participavam da gestão do clube, e tinham peso nas opiniões e votos, coisa que antes era exclusiva de cartolas, que em muitas vezes nada sabem de bola.

Em 1982 o Paulista se iniciou com o favoritismo do São Paulo, que foi justamente o finalista do campeonato que seria vencido pelo Timão. Na primeira partida, 1×0, guardado pelo Doutor, e na volta, 3×1, tentos de Biro-Biro (2) e Casagrande. Encerrava-se com chave de ouro, a belíssima campanha do Corinthians, que venceu 28 das 40 partidas e marcou 72 gols.

Em 1983, mais uma vez o tricolor no caminho do Timão, ou seria o contrário? Na ida, Sócrates marcou o único gol do jogo. Na segunda partida, mais uma vez o Doutor abriu o placar, o São Paulo empatou, mas a igualdade era corinthiana. Timão bicampeão paulista, com 24 vitórias em 48 jogos, 7 derrotas e 68 gols marcados.

Esses dois títulos coroaram esse belo período da história do futebol brasileiro, que foi a “Democracia Corinthiana”, além do belíssimo futebol apresentado pela equipe, sem contar a genialidade do Doutor.

Fluminense 1983-1985

Time: Paulo Vítor; Aldo (Getúlio), Duílio, Ricardo Gomes e Branco; Jandir, Delei (Leomir) e Romerito; Assis, Washington e Tato (Paulinho). Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Tricampeão carioca (193-1985) e Campeão Brasileiro de 1984, esses são os títulos desse Fluminense, que encerrou o domínio rubronegro no Rio e no Brasil, já que o Flamengo havia conquistado os estaduais anteriores e três dos últimos quatro Brasileiros.

Com uma boa equipe formada e ainda o reforço do meia paraguaio Romerito, o Flu entrou de vez na briga pelo título nacional. Após a classificação na primeira fase, jogo duro contra o Coxa em Curitiba, 2×2, e uma chuva de gols na volta, no Maracanã, 5×0 tricolor.

Nas semi, adversário complicadíssimo, o Corinthians de Sócrates, mas o Flu soube dominar o Timão e venceu no Morumbi por 2×0, gols de Assis e Tato. Na segunda partida, 0×0 e tricolor na final.

A final não poderia ser melhor. Clássico carioca contra o Vasco da Gama, que tinha o artilheiro Roberto Dinamite. E mais uma vez o Fluminense venceu a primeira partida, 1×0 e gol do título, marcado pelo craque do time, Romerito. Segunda partida, empate sem gols e o Flu levantaria, muito merecidamente, a taça de campeão brasileiro de 1984.

Coritiba 1985

Time: Rafael, André, Gomes, Heraldo e Dida; Almir (Vavá), Marildo (Marco Aurélio) e Tóbi; Lela, Índio e Édson. Técnico: Ênio Andrade

O título mais importante da história do Coxa saiu desse timaço no ano de 1985, numa final de campeonato brasileiro, contra o Bangu, nos penaltis, e com o Maracanã lotado.

Mas antes, as semi-finais, parada duríssima contra o Galo de João Leite, Luisinho, Paulo Isidoro e Reinaldo. Após 1×0 no Couto Pereira, o jogo no Mineirão seria complicadíssimo, já que o Atlético viria para cima com todo seu poderio ofensivo.

Mas não contavam com Rafael, o goleiro alviverde pegou tudo, segurou o 0×0 em Belo Horizonte e levou o Coxa às finais.

A decisão seria em partida única, no Maracanã, que recebeu um público de pouco mais de 90 mil pessoas. O marcador foi inaugurado aos 25min, com Índio, de falta. 10 minutos mais tarde, Lulinha igualaria para os donos da casa. Com 1×1 durante o tempo normal e na prorrogação, com destaque, mais uma vez, para o goleiro Rafael, a decisão foi para os penaltis.

Após um 5×5 sem erros, o jogador Ado, do Bangu, bateu pra fora, e Gomes conferiu para o Coritiba, campeão brasileiro de 1985.

São Paulo 1986

Time: Gilmar; Zé Teodoro (Fonseca), Oscar (Wágner Basílio / Adílson), Darío Pereyra e Nelsinho; Márcio Araújo (Falcão / Bernardo), Silas e Pita; Müller, Careca (Lê) e Sidney. Técnicos: Cilinho e Pepe.

Com um jovem trio formado nas categorias de base, o tricolor paulista foi arrasador e conquistou três títulos em três anos, os estaduais de 1985 e 1987 e o Brasileirão de 1986. E o referido trio era formado por Silas, Muller e Sidney, que ainda contavam com a ajuda de Gilmar, Darío Pereyra, Careca e até Falcão, o Rei de Roma.

Nas fases finais do Brasileirão, o São Paulo teve a forte Inter de Limeira pela frente (que havia sido campeã estadual em 86) nas oitavas, o Fluminense nas quartas e o América-RJ nas semi.

A decisão seria paulista, contra o Guarani, do atacante Evair. O artilheiro do time de Campinas deixou sua marca na partida de ida, 1×1 no Morumbi. Careca, que estava assombrado nas fases finais do campeonato, empatou para o São Paulo. E a taça seria entregue no Brinco de Ouro, numa das decisões mais emocionantes da história do Brasileirão.

Logo aos 2min, Nelsinho, contra, abre o placar para o Bugre, 7min mais tarde Bernardo empatou para o tricolor. O 1×1 levou o jogo para as prorrogações e logo no primeiro minuto da prorrogação, Pita fez 2×1, Boiadeiro igualou aos 7 e João Paulo virou para o Guarani aos 2min do segundo tempo da prorrogação. Assim, o título se encaminhava para Campinas e a torcida estava em festa, até que, após paralisações e vários acréscimos, aos 23min do segundo tempo (8min após o tempo normal da prorrogação), Careca deu uma chinelada de primeira no ângulo do goleiro Sérgio Neri.

Penaltis para decidir o campeão brasileiro de 1986, e deu São Paulo, após a cobrança de Wagner Basílio, o São Paulo fez 4×3 e o Brasil seria tricolor em branco, vermelho e preto pela segunda vez.

Guarani 1986

Em pé: Sérgio Nery, Marco Antonio, Ricardo Rocha, Fernando, Tosin e Zé Mario;
Agachados: Chiquinho Carioca, Tite, Evair, Marco Antonio Boiadeiro e João Paulo.

Na 1ª fase do campeonato, o Guarani se classificou em segundo lugar, eliminando equipes como Santos, Cruzeiro e Vasco. A 2ª fase seria novamente dividida em grupos, afunilando o campeonato, com equipes mais qualificadas.

O Guarani liderou sua chave, que ainda tinha Flamengo, Fluminense, Grêmio, Goiás, Santa Cruz, Atlético GO, Vitória e Central PE.

No mata mata 0 Guarani passeou contra o Vasco, com duas vitórias, 3×0 e 2×0. Contra o Bahia a parada foi mais apertada 2×2 e 1×0. Nas semi, mais difícil ainda, o Galo de Nelinho e Paulo Isidoro, mas o Guarani passou com um empate por 0×0 no Mineirão e uma vitória por 2×1 no Brinco de Ouro.

Nas finais contra o tricolor paulista, tivemos uma das mais emocionantes decisões de Brasileiro, como já relatamos acima, no tópico do São Paulo. Careca, que havia dado o título ao Guarani em 1978, empatou a partida nos acréscimos da prorrogação e levou a decisão para os penaltis, vencida pelo São Paulo.

Vasco 1987-1989

Time: Acácio; Paulo Roberto (Luís Carlos Winck), Donato (Marco Aurélio), Fernando (Quiñonez) e Mazinho; Dunga (Zé do Carmo), Geovani (Boiadeiro) e Tita (Henrique / Willian); Mauricinho (Vivinho / Bebeto), Roberto Dinamite (Bismarck) e Romário (Sorato). Técnicos: Sebastião Lazaroni (1987 e 1988) e Nelsinho Rosa (1989).

Bom, um time que teve um ataque com Romário e Roberto Dinamite dispensa maiores explicações, mas esse Vasco tem história demais e merece um relato de suas conquistas.

Em 1987, o cruzmaltino venceu o estadual em cima do Flamengo. Com destaque para os artilheiros da competição, Romário (16), Dinamite (15) e Tita (12). Feito que seria repetido na temporada seguinte. Em 1988, mais uma vez final contra o rubronegro, e vice-artilharia do Baixinho, com 16 gols.

No ano da maior conquista desse time (1989), a equipe já não contava mais com o baixinho, que fora vendido ao PSV da Holanda, e com Dinamite, que foi para a Portuguesa. No entanto, chegou Bebeto e o Vasco ainda tinha o goleirão Acácio, além dos excelentes Luis Carlos Winck, Mazinho, Bismarck e Sorato.

Após duas fases, e 18 jogos, o Vasco liderou sua chave e faria a final contra o São Paulo de Ricardo Rocha, Bobô e Raí. Por ter feito melhor campanha, o cruzmaltino tinha a vantagem dos empates e ainda poderia escolher onde jogaria a primeira partida, tendo escolhido o Morumbi (nesse campeonato o Vasco tinha um excelente retrospecto jogando fora de casa), e caso vencesse essa partida não teria necessidade do jogo da volta.

Sorato abraçou essa vantagem, de cabeça guardou no fundo das redes o gol do título vascaíno. É bom lembrar também de Acácio, que abraçou todas as bolas nessa final e quase todas no campeonato. O goleiro foi decisivo e colocou seu nome na história do clube.

Nesse período o Vasco ainda foi tricampeão do Torneio Ramon de Carranza (1987, 1988 e 1989), disputados na Espanha e a Copa Ouro, disputada nos EUA.

Bahia 1988

Time: Ronaldo (Sidmar); Zanata (Tarantini), João Marcelo, Pereira (Claudir / Newmar) e Paulo Róbson (Edinho); Paulo Rodrigues (Osmar), Gil, Zé Carlos e Bobô; Charles (Renato) e Marquinhos (Sandro). Técnico: Evaristo de Macedo.

Dominando o estado, o Bahia conquistara seu terceiro título regional consecutivo, e planejava vôos mais altos, como o Campeonato Brasileiro. Com uma base de dois anos e um bom time, a diretoria contratou Evaristo de Macedo, com a missão de levar o Baêa à glória nacional.

Durante a campanha apareceria, meio que por acaso, um dos grandes responsáveis pelo título tricolor, o jovem atacante Charles. O titular, Renato, vinha sofrendo pesadas críticas da torcida e foi sacado do time. Quem assumiu a posição foi justamente Charles, que se destacou após a vitória por 2×0 contra o Corinthians na Fonte Nova, quando marcou um golaço, que sacramentou a vitória do Bahia.

Nos playoffs do Brasileirão, o tricolor enfrentou o Sport, e foram dois empates, mas o Bahia avançou por ter feito melhor campanha na primeira fase. Nas semi, o Fluminense foi o adversário, empate por 0×0 no Rio e virada pra cima do Flu na Fonte Nova tomada por 110 mil pessoas, 2×1 e Bahia na decisão.

Nas finais, o fortíssimo Internacional. O jogo de ida foi na Fonte Nova, num show de Bobô, que marcou dois e fez o vira vira pra cima do Inter, que havia marcado primeiro, 2×1 e a inversão da vantagem do empate, que antes era do colorado. Na volta, o Bahia segurou o empate e conquistou o tão sonhado título nacional.

Qual foi o melhor time da década de 80?

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