Os 5 estádios mais carismáticos do Brasil

Via Testosterona Sports 

Próximo da Copa do Mundo,  as modernas arenas pelo Brasil começam a tomar forma – das 11 em construção ou em reforma, seis até já recebem jogos: Maracanã, Mineirão, Mané Garrincha, Arena Fonte Nova, Arena Pernambuco e Castelão. Agora, há quem diga que ir a um jogo de futebol mais parece ir a um shopping ou ao teatro. Há quem diga que, por isso, o esporte perdeu um bocado de emoção e identidade. O pessoal do Fox Sports prova que não e lista os estádios mais carismáticos do país:

01

O primeiro da lista é barbada: lá só cabem quatro mil pessoas, mas já registrou público de 15 mil, no confronto do Juventus, o time da casa, contra o Corinthians, em 1941. Foi palco do gol mais bonito e misterioso do Rei Pelé, um tento sem registro de imagens em que ele chapela três marcadores e o goleiro adversário, o temido Mão de Onça, antes de estufar as redes. Não tem iluminação artificial e, portanto, não pode receber jogos às 16h, pois terminam tarde. O alambrado fica encostado na linha lateral e no banco de reservas – coitado do bandeirinha e dos técnicos. Como se não bastasse, o estádio da Mooca serve um doce tipicamente italiano ao público, o canolle.

02

O antigo Marcelo Stéfani ganhou nova identidade em 2009, mas não perdeu carisma: apesar da reprovação dos torcedores, tudo terminou em linguiça. Sim, Bragança é a capital mundial do embutido de porco e a lanchonete da instalação frita porções da iguaria durante as partidas – sorte da torcida e dos jornalistas, azar dos jogadores. O cheiro perfuma o ambiente e até as estrelas dos duelos morrem de vontade de dar uma beliscada.

Não por menos, no auge da equipe, em 1990, quando o time de Vanderlei Luxemburgo foi campeão estadual, o clube foi apelidado de Linguiça Mecânica, uma paródia da Laranja Mecânica, a Holanda de 1974.

03

A missão do Moça Bonita não era fácil: substituir em carisma a “cancha encantada da Rua Ferrer”, apelido dado pelo locutor Ary Barroso à antiga casa do clube. Mas deu certo. Inaugurado em 1947, o estádio apertado e de poltronas “modernas” feitas de ferro, concreto e madeira é um templo para qualquer saudosista do futebol.

Até a Seleção Brasileira jogou lá, em 1970, contra o próprio Bangu, em partida que juntou 32 mil pessoas na instalação – na época, a capacidade era de 15 mil. Desde 2004, de 9,5 mil.

04

A graça da casa do clube baiano da elite do Brasileirão é a capacidade: 35 mil pessoas e mais um apêndice. Construído entre morros e adaptado ao terreno irregular, o Barradão tem um pedaço de terra acima do nível da construção do estádio, atrás da arquibancada. Ora, esgotaram os ingressos? Não tem problema. De lá, especialmente em dias de clássico, o público assiste aos jogos. E a visão é excelente.

05

Camarotes na altura do gramado e outros superiores, vestiários bem equipados e placas resistentes de vidro em vez dos velhos alambrados… Não importa o quanto o clube praiano tente dar roupagem moderna ao estádio, o carisma e a mística da Vila Belmiro, o berço de Pelé e de outros craques, são eternos. A arquibancada é próxima ao gramado e por lá a pressão no adversário é grande – por isso, também foi apelidado de “Alçapão”. Atualmente, a capacidade é de 16 mil pessoas, mas em um Santos e Corinthians, em 1964, o Urbano Caldeira recebeu 33 mil pagantes.

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