Pitacos do Vidane #01 – A Seleção do Mano! | FUTIRINHAS

Pitacos do Vidane #01 – A Seleção do Mano!

E aí amigos do Futirolas, tudo bem?

Aqui quem fala é o dono desse blog maravilhoso, o primeiro e único Vidane, Príncipe do Futebol, Herói do Povo e Dono da Internet. Estou aqui estreando uma coluninha muito bacana em que esporadicamente darei as opiniões mais verdadeiras e arrogantes sobre o nosso futebol. Claro que todo mundo tem o direito de discordar de mim, afinal, não posso esperar que todo mundo seja inteligente e pense como eu. Infelizmente.

Vou conversar aqui sobre a seleção brasileira, que acabou de fazer mais um amistoso na sua vida com Mano, o Menezes. Aliás, fez dois amistosos, né. O primeiro, jogo relativamente sem importância, contra o Iraque, em que a seleção goleia por 6 a 0 em uma apresentação realmente avassaladora, digna de tocarem ‘Sou Foda’ nos alto-falantes do estádio.
E houve quem menosprezou o seis a zero: “Ah, é o Iraque!” e “Contra o Iraque até eu” foram frases muito (imbecilmente) ditas pelos torcedores após o amistoso. Porra, galera, sério, eu não entendo. Se a seleção ganhava de Gana por 1×0, a galera criticava porque deveria ter goleado. Se a seleção ganha do Iraque de 6×0, a galera critica por que goleou? PORRA?!

Vi nesses últimos 2 jogos o Brasil, como eu não via desde a época do Parreira. O Brasil que atropela oponentes, que não passa sufoco, que é a maior seleção do Mundo – e deve ser temido como tal. É tudo meramente questão de postura, pois o time é basicamente o mesmo e o treinador continua sendo o mesmo bunda-mole de sempre.

Então o que mudou na postura da seleção? Ora, é muito simples: tem nome, sobrenome, é fofinho e é menino de Deus! Ricardo Izecson dos Santos Silva Sauro Leopoldino Cléberson Leite, o popular Kaká (coisa fofa do tato, o príncipe te ama, aliás). É diferente ter um jogador no elenco que joga num dos dois melhores times do mundo, que inclusive tem no currículo o título de melhor jogador do mundo de 2007. Acredito que os defensores que não conhecem o Jadson conhecem o Kaká, né? E acredito também que o respeitam o suficiente pra (pelo menos, tentarem) não deixa-lo sozinho com a bola sem marcação.

Vivemos uma época em que a seleção deposita todas as suas fichas em um garoto – na verdade, em um talento absurdo e gigantesco – de 20 anos de idade. E, querendo ou não, a pressão estava toda em cima dele. Com um ex-melhor do mundo jogando do lado, acredito que fica mais fácil, né? A pressão se divide, a tensão se acalma e todo mundo fica mais livre pra fazer o que faz de melhor.

Contra o Japão, vimos um Brasil enfrentar um time que acaba de vencer o nosso pior pesadelo e algoz em copas do mundo – a França, que já não tem mais Zidane, mas continua sendo um time forte. E vimos o Brasil não tomar conhecimento desse time, atropelando com quatro gols a zero, sendo dois de um Neymar (que não precisou ser espetacular para fazer dois gols, vide o absurdo que é esse garoto), um de um volante que joga no Brasil (Paulinho, inclusive, o melhor volante disponível à nossa seleção no momento) e o outro daquele que, desde que voltou, faz um gol por jogo. Sim, Kaká. Não vou me cansar de dizer a importância de jogadores desse calibre, com experiência e ainda muito suco a espremer.

A seleção fez 10 gols em 2 jogos com Kaká, e os gritos de “Mano Burro” dão lugar a um silêncio vazio de quem busca um motivo qualquer para criticar – e se sente perdido pela dificuldade de encontra-lo. Não sei o quão seguro estou dessa seleção e quanto tempo vai durar. Mas a verdade é que os nossos “garotos” que tanto falávamos até a olimpíada estão crescendo, e dando lugar a jogadores mais maduros. Lucas e Oscar já não são mais jogadores do Sub-20, mas sim jogadores de PSG e Chelsea e as 2 maiores transações da história do futebol Brasileiro. Neymar é o maior jogador Brasileiro em atividade e agora tem ao seu lado um jogador do Real Madrid que volta a ser valorizado por José Mourinho, onde disputa vaga com o meia titular da Croácia e o da Alemanha na armação da equipe.

Estou contente, mas ainda sei o quanto a seleção pode crescer. Mais jogadores desse calibre têm espaço para entrar na seleção e ajudar ainda mais na divisão dessa pressão. Na minha opinião, por exemplo, a seleção não precisa de um atacante de força (como vem provando Mano Menezes e sua equipe sem um centroavante de ofício). E é nesse espírito que eu penso em nomes como Robinho, com bagagem europeia e experiência de Copas do Mundo, além da óbvia identificação com a seleção, como pessoas certas a retornarem.

E deixo aqui um recado de torcedor ao jogador com o maior auge que já vi na vida: Ronaldinho, meu querido… Só depende de você voltar pra esse time pra fazer parte, pelo menos, do elenco. Corre atrás, R10!

PS: Falando nisso, tenho certeza que os MONSTARS sugaram o poder do Ronaldinho pra dentro de uma bola quando ele ainda tava no Barcelona. Mas isso é assunto pro meu novo blog, de teorias de conspiração.

Abraço do Príncipe. Bejo pras gata kakakakakakak mentira moler te amo

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