Poltrona 36 – Capone e Fábio Bilica. Quem lembra?


Dica do Camisa Vermelha

Tudo corria maravilhosamente bem no jogo até que o narrador leu a seguinte mensagem:

Essa é uma das histórias mais épicas de homossexualismo no futebol.

Se você não entendeu, veja mais abaixo…

A Poltrona 36
::. Adão Oliveira – Jornal do Comércio – 30/12/2004

É impressionante a qualidade dos ônibus rodoviários fabricados no
Brasil. Eles são desenvolvidos com a mais moderna tecnologia, para
proporcionar aos passageiros o máximo espaço e conforto em viagens
interestaduais. As maiores empresas de ônibus do mundo possuem esses
exemplares brasileiros que lhes oferece economia, resistência e o
menor custo operacional possível.

Atentos a essas vantagens, também os clubes de futebol adquiriram
ônibus. O Grêmio até se orgulha disso. O Trovão Azul, adquirido na
gestão do presidente Guerreiro, é um espetáculo e permite, em viagens
longas, que os craques gremistas descansem depois de um dura partida
de futebol. Esse ônibus, orgulho do ex-presidente Flávio Obino, possui
dois andares. A parte de baixo, é dedicada ao entretenimento. Lá
existe um bar, televisão, som e mesas de jogos. Os rapazes mais
alegres preferem o andar de baixo. No andar de cima, viajam àqueles
que querem descansar, relaxar, dormir.

Tudo estaria correto não fosse a utilizaão, por alguns jogadores, do
andar de baixo do Trovão Azul, para promoverem uma verdadeira orgia.
Isso foi visto pelo ex vice-presidente de futebol, Hélio Dourado. A
festa teria ocorrido na volta de Curitiba. No andar de baixo foi
realizada uma farra, enquanto integrantes da comissão técnica,
dirigentes e a maioria dos atletas tentava descansar no andar de cima.
Esse comportamento se repetiu na vinda de Pelotas, depois do jogo
contra a Ponte Preta. Nessa noite, no andar de baixo, os rapazes
alegres até dançaram a Éguinha Pocotó. O dr. Hélio Dourado, um
gremista de história no clube, se diz chocado com o que viu: “Vi
coisas que jamais pensei que veria. Esses cavalheiros, com graves
problemas de comportamento, não podem vestir a camisa do Grêmio”,
disse Dourado, um dos cardeais do clube.
O que teria visto Dourado para se dizer horrorizado com os fatos a
ponto de fazer uma relatório apontando para Odone os indisciplinados
do grupo? Ao que se diz, não foi somente as farras ocorridas no andar
de baixo do Trovão Azul, que deixaram o experiente dirigente
indignado.

O pior teria ocorrido na poltrona 36. O andar de cima do Trovão Azul
possui dezenas de poltronas. A última, lá na parte traseira do ônibus
é a poltrona de número 36. Não fosse se localizar praticamente em cima
das rodas traseiras, a poltrona 36 seria igual as outras. Ela dispõe
do mesmo conforto e até amacia os solavancos. Normalmente, os
jogadores que querem descansar ficam bem distantes do fundo do ônibus.
Lá, um mesmo grupo se aboleta no conforto das poltronas para jogar
conversa fora.

A conversa, quase sempre em tom mais alto, provoca gargalhadas
homéricas. Quem quer silêncio, também não senta por lá. Pois, foi na
poltrona 36, no fundo do ônibus, que um dirigente teria visto uma cena
que o teria escandalizado. Pelo menos era isso que se dizia na noite
da posse de Paulo Odone, na presidência do Grêmio. A bordo do Trovão
Azul o time voltava de Curitiba. Um dirigente estava sentado nas
poltronas localizadas na parte da frente do ônibus. Cansado, e sem
conseguir conciliar o sono resolveu espichar as pernas. Ele se levanta
e vai até o fundo do ônibus e vê uma cena que o deixou petrificado.
Na poltrona 36, dois jogadores, desolados com a derrota ou alheios a ela,
se consolavam. Escandalosamente.

Os jogadores? Fábio Bilica e Capone. 

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